Graduação em Psicologia
Formação inicial em Psicologia pela Faculdade Nobre de Feira de Santana (FAN), com base sólida em avaliação psicológica, psicopatologia do desenvolvimento e fundamentos da clínica.
Formação baseTCC · Psicopatologia · Neurociências aplicadas à clínica · CRP 06/180936
Psicóloga clínica com formação que integra a Terapia Cognitivo-Comportamental ao entendimento neurobiológico do sofrimento psíquico. Para Andreia, compreender os mecanismos que sustentam a ansiedade, a depressão e o TOC não é detalhe técnico — é o que torna o tratamento mais preciso e o paciente mais engajado com o próprio processo.

Andreia Araujo Lujon
Psicóloga Clínica — TCC
Formação inicial em Psicologia pela Faculdade Nobre de Feira de Santana (FAN), com base sólida em avaliação psicológica, psicopatologia do desenvolvimento e fundamentos da clínica.
Formação baseFormação especializada em TCC com foco em protocolos para transtornos de ansiedade, depressão e TOC — técnicas de Beck, reestruturação cognitiva, ativação comportamental e prevenção de recaída.
Formação principalEspecialização nas bases neurobiológicas dos transtornos mentais — funcionamento do sistema límbico, eixo HPA, regulação emocional e plasticidade neural. Permite explicar ao paciente por que certos padrões persistem e como o tratamento age sobre eles.
EspecializaçãoA especialização em Psicopatologia dá a Andreia uma camada adicional de precisão diagnóstica — a capacidade de diferenciar, por exemplo, uma ansiedade de adaptação de um Transtorno de Ansiedade Generalizada, ou uma tristeza situacional de uma depressão clínica.
Essa distinção não é semântica: ela define o protocolo de tratamento mais adequado, a duração esperada e os indicadores de progresso. Para o paciente online — especialmente o que está no exterior e não tem acesso imediato a uma rede de apoio — essa precisão faz diferença real.
A TCC é a abordagem com maior base de evidências em psicoterapia. As Neurociências explicam por que ela funciona: a reestruturação cognitiva promove mudanças mensuráveis em circuitos do córtex pré-frontal; a ativação comportamental interrompe o ciclo de hipoativação dopaminérgica da depressão.
Andreia usa esse conhecimento de forma prática: ao explicar para o paciente o mecanismo neurobiológico por trás da sua ansiedade ou do seu TOC, o tratamento deixa de ser algo que alguém faz por ele e passa a ser algo que ele entende e conduz com o terapeuta. Isso aumenta a adesão — especialmente em atendimento online.
"Quando o paciente entende por que sofre — não só o que sente, mas o mecanismo que mantém aquilo — ele deixa de ser passageiro do próprio tratamento. Isso é o que a integração entre TCC e Neurociências permite: clareza real, não só esperança."
A abordagem de Andreia parte de uma premissa simples: o sofrimento psíquico tem estrutura. Ansiedade não é fraqueza, TOC não é excentricidade, depressão não é escolha — são padrões cognitivos, comportamentais e neurobiológicos identificáveis, tratáveis e modificáveis.
Isso se traduz em um processo terapêutico direto, orientado a objetivos, com espaço genuíno para o que o paciente precisa trazer — mas sem perder a direção clínica que transforma consultas em tratamento.
A primeira sessão é diagnóstica. Andreia não começa tratamento sem mapear o padrão cognitivo, comportamental e emocional do paciente — o que mantém o problema e o que define o caminho mais eficiente.
Antes de intervir no padrão, Andreia explica o mecanismo que o sustenta. O paciente que entende o circuito do medo, o papel do córtex pré-frontal ou o funcionamento do TOC como sistema de controle adere mais — e recai menos.
Reestruturação cognitiva, ativação comportamental, exposição gradual, prevenção de resposta — aplicadas com objetivos definidos e critérios de progresso que o próprio paciente acompanha.
O plano terapêutico não é fixo. A cada ciclo de sessões, Andreia reavalia o progresso, ajusta as intervenções e redefine objetivos — garantindo que o tratamento evolua junto com o paciente.
Cada área de atuação tem protocolo próprio em TCC. O que distingue o trabalho de Andreia é a integração entre a precisão diagnóstica da psicopatologia e a compreensão neurobiológica que orienta as intervenções.
TAG, Transtorno do Pânico e Fobia Social são os quadros ansiosos mais prevalentes — e também os que mais respondem à TCC quando aplicada com estrutura. Andreia aborda esses quadros entendendo que a ansiedade crônica tem base neurobiológica real: hiperatividade da amígdala, supersensibilização do eixo HPA, dificuldade do córtex pré-frontal em modular o alarme.
O tratamento combina psicoeducação neurocientífica (por que seu cérebro cria ansiedade), reestruturação dos pensamentos catastróficos e exposição gradual às situações evitadas — com objetivo definido de redução dos sintomas e retomada da funcionalidade.
TAG · Pânico · Fobia SocialA depressão não é uma tristeza prolongada — é um estado em que a rede neural de processamento de recompensa perde eficiência, o córtex pré-frontal reduz sua capacidade de regulação e os padrões cognitivos negativos se tornam automaticamente predominantes. Sem intervenção estruturada, o ciclo se autoalimenta.
Andreia usa ativação comportamental (interromper o ciclo de inatividade que aprofunda a depressão), reestruturação dos pensamentos automáticos negativos e técnicas de resolução de problemas — com monitoramento clínico objetivo de evolução. Para pacientes no exterior, atenção especial ao isolamento social como mantenedor depressivo.
Depressão maior · Distimia · Depressão situacionalO TOC é um dos quadros em que a compreensão neurocientífica mais contribui para a clínica: o circuito corticoestrial envolvido nas obsessões e compulsões é bem mapeado, e entender esse funcionamento ajuda o paciente a separar a experiência do TOC de sua identidade — "meu cérebro cria esses pensamentos, não sou eu quem os escolhe".
O protocolo principal é a Exposição com Prevenção de Resposta (EPR), adaptado ao quadro individual de cada paciente. Andreia trabalha os rituais, os pensamentos intrusivos e a lógica de controle que mantém o ciclo — com hierarquia de exposição estruturada e reavaliação contínua da progressão.
TOC · Pensamentos intrusivos · RituaisTranstornos alimentares são quadros de alta complexidade — a relação perturbada com o corpo e com a comida quase sempre está associada a padrões cognitivos específicos sobre valor pessoal, controle e autoimagem. A abordagem TCC para esses quadros é um dos protocolos com maior evidência clínica disponível.
Andreia trabalha a identificação dos pensamentos que mantêm os comportamentos alimentares disfuncionais, a reestruturação das crenças centrais sobre corpo e identidade, e o desenvolvimento de uma relação mais funcional com alimentação — sem culpabilização e com acompanhamento clínico estruturado.
Anorexia · Bulimia · Compulsão alimentarA psicoterapia online não é uma versão reduzida do atendimento presencial — é um formato distinto, com vantagens reais para quem tem agenda exigente, mobilidade limitada ou está em outra cidade. O que não muda é a estrutura clínica.
Andreia realiza atendimento por videoconferência com a mesma estrutura técnica do modelo presencial: avaliação diagnóstica, plano terapêutico, técnicas de TCC aplicadas com objetivos definidos e reavaliação periódica de progresso.
Plataforma segura com criptografia de ponta a ponta. Sem instalação de software específico. Funciona em qualquer dispositivo com câmera e microfone.
Atendimento regido pelo Código de Ética do CFP e pela Resolução 11/2018 — que regulamenta o atendimento psicológico online no Brasil e para brasileiros no exterior.
Horários adaptados à sua rotina — incluindo manhã, tarde e noite. Ideal para quem trabalha em período integral ou tem agenda não convencional.
Mudou de cidade? Viajou? O tratamento não se interrompe. A psicoterapia online permite continuidade clínica independentemente da sua localização no Brasil.
1ª sessão — Avaliação diagnóstica: Andreia mapeia sua demanda atual, histórico emocional relevante e os padrões cognitivos e comportamentais que mantêm o problema. Você sai da primeira sessão com um diagnóstico funcional claro — não apenas com a sensação de ter sido escutado.
2ª sessão — Plano terapêutico: Com base na avaliação, Andreia propõe os objetivos do tratamento, as técnicas que serão aplicadas e a frequência recomendada. O processo tem direção desde o início.
Sessões seguintes — Aplicação das técnicas TCC: Reestruturação cognitiva, ativação comportamental, EPR (para TOC), psicoeducação — aplicadas de forma individualizada, com tarefas práticas entre sessões quando indicadas.
Reavaliações periódicas: A cada ciclo, Andreia avalia o progresso em relação aos objetivos definidos e ajusta o plano terapêutico conforme a evolução do caso.
Viver fora do Brasil coloca o sistema nervoso em um estado de alerta baixo e contínuo que a maioria das pessoas não identifica como estresse — mas que é. Idioma diferente, ausência da rede de apoio familiar, reconstrução de identidade profissional, incerteza sobre permanência: cada um desses elementos é um fator de carga cognitiva e emocional que se acumula.
O resultado mais frequente é ansiedade de adaptação que, sem tratamento, evolui para TAG ou depressão situacional. O que diferencia o atendimento de Andreia com esse perfil é a capacidade de nomear esse processo com precisão diagnóstica — e intervir antes que o quadro se cronifique.
Sua formação em Neurociências é especialmente relevante aqui: o estresse crônico de adaptação tem impacto neurobiológico documentado — elevação sustentada do cortisol, redução do volume hipocampal, comprometimento das funções executivas. Nomear isso para o paciente, desmistificar o que ele sente e estruturar um tratamento com objetivos claros é o que transforma a experiência de estar fora em algo tratável, não apenas suportável.
A perda dos marcadores identitários — profissão reconhecida, língua materna, círculo social construído — gera ansiedade que frequentemente é mal atribuída a "dificuldade de adaptação normal". Na clínica, tem nome, tem estrutura e tem tratamento.
A ausência da rede de apoio não é sentida como problema imediato — mas atua como mantenedor depressivo silencioso. Andreia aborda isso como variável clínica, não como condição de vida a aceitar.
Ambientes com alta imprevisibilidade — novo país, visto, emprego, moradia — amplificam quadros ansiosos e obsessivos preexistentes. O tratamento online permite continuidade clínica independentemente de onde o paciente estiver.
Para quem já tem vulnerabilidade para fobia social, a insegurança no idioma local amplifica o esquema de avaliação negativa. A TCC com EPR é o protocolo com maior evidência para esse quadro.
O atendimento online por videoconferência permite que o processo terapêutico aconteça independentemente do país onde o paciente está — com ajuste de horário compatível.
Ser atendido em português, por uma psicóloga que entende o contexto cultural brasileiro, não é detalhe — é condição para que o tratamento funcione de verdade.
O atendimento a brasileiros no exterior é regulamentado pelo Conselho Federal de Psicologia. Andreia segue rigorosamente as normas éticas e técnicas aplicáveis ao atendimento online internacional.
Cada paciente tem um ponto de partida diferente — mas o processo tem estrutura. Saber o que esperar reduz a ansiedade de começar e aumenta o engajamento desde a primeira sessão.
Não é uma consulta introdutória genérica. Andreia conduz uma avaliação clínica estruturada: mapeia o problema principal, os padrões que o mantêm, o histórico relevante e os objetivos do paciente. Você sai sabendo o que está acontecendo e o que o tratamento vai envolver.
Com base na avaliação, Andreia define com o paciente os objetivos terapêuticos, as técnicas da TCC que serão aplicadas e a frequência indicada para o caso. O tratamento tem direção desde o início.
As sessões combinam trabalho clínico direto com aplicação prática das técnicas da TCC. Em alguns casos, há tarefas entre sessões — não para aumentar carga, mas para que o processo terapêutico se integre à vida real.
A cada ciclo, Andreia avalia o progresso em relação aos objetivos definidos. O plano terapêutico é ajustado conforme a evolução — garantindo que o tratamento continue útil e direcionado.
Adultos com ansiedade crônica que já tentaram lidar sozinhos e perceberam que o padrão se repete independentemente da situação de vida.
Brasileiros no exterior que reconhecem que o processo de adaptação está cobrando mais do que esperavam — e querem tratamento em português, com quem entende o contexto.
Pessoas com depressão ou TOC que já têm diagnóstico e buscam tratamento estruturado — não só apoio emocional, mas um processo com técnicas e objetivos definidos.
Adolescentes e jovens adultos com transtornos alimentares ou fobia social que precisam de abordagem técnica adaptada à sua fase de vida.
Idosos com quadros ansiosos ou depressivos que frequentemente têm dificuldade de acesso ao cuidado psicológico presencial — o formato online resolve esse obstáculo.
Pacientes que já fizeram terapia e não sentiram progresso — e querem entender por que e como um processo estruturado em TCC é diferente.
Perguntas comuns sobre a formação, a abordagem clínica e o processo de atendimento.
A especialização em Neurociências aplicadas à prática clínica permite que Andreia compreenda e explique os mecanismos neurobiológicos por trás dos transtornos mentais — o papel da amígdala na ansiedade, do eixo HPA no estresse crônico, dos circuitos de recompensa na depressão.
Na clínica, isso se traduz em psicoeducação mais precisa. O paciente que entende por que seu cérebro cria ansiedade tem mais recursos para trabalhar com as técnicas da TCC — e tende a aderir melhor ao tratamento, especialmente em contextos online onde o engajamento ativo é essencial.
Sim. Andreia realiza psicoterapia online por videoconferência para brasileiros residentes em qualquer país — Portugal, Espanha, Reino Unido, Alemanha, EUA, Canadá, Austrália e demais. O atendimento é conduzido em português, segue o protocolo TCC da Cognicom Global e observa as normas éticas do CFP para atendimento internacional (Resolução 11/2018).
O horário das sessões é acordado com o paciente considerando o fuso horário local.
A primeira sessão é uma avaliação clínica estruturada — não terapia ainda. Andreia mapeia:
Sim. O TOC é uma das especialidades de Andreia. O protocolo principal é a Exposição com Prevenção de Resposta (EPR) — considerado o tratamento de primeira linha para TOC pela APA e pela OMS.
O processo envolve mapeamento das obsessões e compulsões, compreensão do ciclo que as mantém, hierarquização das situações de exposição e prática gradual — com suporte clínico contínuo. A formação em Neurociências de Andreia é útil aqui: compreender o circuito corticoestrial do TOC ajuda o paciente a separar o transtorno de sua identidade.
A ansiedade de adaptação é uma resposta esperada e temporária ao estresse de mudança — novo país, idioma, trabalho, rede social. Tende a diminuir à medida que o ambiente se torna familiar.
O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é um quadro clínico que persiste independentemente das circunstâncias — preocupação excessiva, dificuldade de controle, sintomas físicos e comprometimento funcional. Para quem já tem vulnerabilidade para TAG, a mudança de país pode ser o fator que precipita o transtorno.
Andreia, com sua formação em Psicopatologia, faz essa distinção na avaliação inicial — e isso define o tratamento indicado.
Para os quadros tratados por Andreia — ansiedade, depressão, TOC, transtornos alimentares e fobia social — a pesquisa clínica disponível indica equivalência de eficácia entre TCC online e TCC presencial quando aplicadas com a mesma estrutura metodológica.
A Cognicom Global segue protocolo clínico com avaliação, plano terapêutico e reavaliação periódica — o mesmo padrão aplicável ao contexto presencial. O formato online elimina barreiras de deslocamento e viabiliza o tratamento para quem está fora do Brasil sem comprometer a qualidade clínica.
Sim. Andreia tem experiência no atendimento a adolescentes, adultos e idosos, com adaptação da abordagem TCC às características de cada fase da vida.
Para adolescentes, há atenção especial ao contexto familiar e escolar como variáveis do tratamento. Para idosos, as intervenções levam em conta as especificidades cognitivas e relacionais da fase, incluindo questões de isolamento social — frequente também entre idosos brasileiros no exterior.
A TCC é uma abordagem com duração definida — não indefinida. A duração depende do quadro clínico, da complexidade do caso e dos objetivos terapêuticos. Como referência geral:
A primeira sessão mapeia sua demanda, seu histórico e os padrões que mantêm o problema — e define um plano terapêutico em TCC com objetivos reais desde o início.
Sem compromisso. Atendimento para brasileiros no Brasil e no exterior.